Por que fazemos o que fazemos?
Você já se perguntou por que faz sempre a mesma coisa do mesmo jeito? Você já se perguntou por que segue os mesmos hábitos que aprendeu em casa ou nem sabe onde aprendeu?
Resolvi escrever este texto por ver na clínica e nos trabalhos em grupos como a grande maioria das pessoas não pára para pensar no que está fazendo.
Vivendo no automático
Isso vale para a vida, trabalho, hábitos. Na alimentação é da mesma forma, simplesmente a vida segue com o mesmo fluxo sem questionamento algum.
Os sintomas aparecem, mas como aquela distensão abdominal sempre esteve presente, a pessoa acredita que aquilo é completamente normal e não faz nada para mudar isso.
O corpo não gosta de monotonia
Vejo muito aqui na clínica, e você provavelmente vai se identificar também.
A maioria das pessoas come sempre a mesma coisa, segue um mesmo hábito alimentar sabe-se lá desde quando.
Saiba que nosso corpo não gosta de monotonia.
Por que mudanças funcionam no início
É por isso que geralmente uma nova dieta tem um efeito muito maior no início.
Seu corpo está tão acostumado com as mesmas coisas que quando você insere novos alimentos, ele responde rapidamente.
O efeito platô
E lógico, se não mudarmos novamente, ele entra em um estado de platô.
Você já deve ter ouvido falar disso também.
A dificuldade de mudar
A resposta sempre muda de pessoa para pessoa, muitos têm uma dificuldade imensa em mudar os hábitos.
Estão tão enraizados que parece um verdadeiro sacrifício abrir mão daquele pãozinho com margarina do fim do dia.
E provar um novo sabor pode se tornar assustador.
Reflexão prática
Você consegue lembrar qual foi a última vez que provou algum novo ingrediente ou alimento pela primeira vez?
A história do peixe
“Era uma vez uma mãe de família, que ao fazer seu peixe no forno sempre cortava o rabo e a cabeça do peixe, há anos fazia seu assado desta forma porque era assim que tinha aprendido com a sua mãe que por sua vez tinha aprendido com a sua avó.
Um belo dia um de seus filhos perguntou porque ela sempre cortava o peixe daquela forma e ela respondeu que simplesmente fazia como havia aprendido, mas para resolver a dúvida foi perguntar para sua mãe, que não sabia a resposta, então foi até a avó.
A avó respondeu que sua assadeira era pequena demais e o peixe não cabia todo lá dentro, então sempre cortava o rabo e a cabeça.”
Conclusão
Moral da história: questione.
Pode ser que não tenha sentido algum continuar com algo que você nem sabe o propósito.
A mudança é um desafio, mas acredite, vale a pena o esforço.
E eu estou aqui para te ajudar a organizar sua rotina que é só sua.

